
Exatamente um ano após a queda, a Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira (Ponte JK), que liga os estados do Tocantins e Maranhão na BR-226, será reinaugurada nesta segunda-feira (22). A cerimônia será realizada simultaneamente nas duas cabeceiras da ponte, a partir das 11h.
Com um investimento de R$ 171,9 milhões, a obra é entregue após um período crítico de interrupção causado pela tragédia de 2024, que resultou na morte de 14 pessoas e deixou outras três desaparecidas.
A nova travessia sobre o Rio Tocantins restabelece o fluxo essencial entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA).
A implosão da estrutura remanescente da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre os estados do Tocantins e Maranhão, foi realizada por meio de fogo controlado com 250 kg de explosivos, e visa a reconstrução da ponte.
O procedimento ocorreu após vistorias em residências próximas à área de segurança, que abrangeu 2.148 metros em Estreito (MA) e 2.136 metros em Aguiarnópolis (TO).
A implosão foi planejada e discutida com a ANTT, concessionárias de ferrovias próximas ao local e a Usina Hidrelétrica de Estreito. O DNIT monitorou a infraestrutura durante a operação.Um laudo da Polícia Federal, obtido com exclusividade pela CNN Brasil, revelou que o colapso da Ponte Juscelino Kubitschek foi desencadeado por uma combinação de falhas estruturais e de gestão.
O documento aponta que a sobrecarga crônica de veículos, operando acima da capacidade projetada, e a ausência de restrições de tráfego nos momentos críticos foram causas determinantes para a queda.
Além disso, a perícia identificou agravantes como a deficiência na manutenção, que resultou na corrosão de armaduras e ruptura de barras de aço, e a deformação lenta do concreto (fluência), condições que comprometeram severamente a resistência da estrutura ao longo das décadas.
A implosão da estrutura remanescente da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, na BR-226, entre os estados do Tocantins e Maranhão, foi realizada por meio de fogo controlado com 250 kg de explosivos, e visa a reconstrução da ponte.
O procedimento ocorreu após vistorias em residências próximas à área de segurança, que abrangeu 2.148 metros em Estreito (MA) e 2.136 metros em Aguiarnópolis (TO).
A implosão foi planejada e discutida com a ANTT, concessionárias de ferrovias próximas ao local e a Usina Hidrelétrica de Estreito. O DNIT monitorou a infraestrutura durante a operação.
FONTE: Por CNN




































