Início Destaques ‘Mau gosto’ não justifica prisão preventiva, avalia time de Vorcaro

‘Mau gosto’ não justifica prisão preventiva, avalia time de Vorcaro

Defesa seguirá sustentando que agressões não existiram e questiona datas de mensagens

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Daniel Vorcaro, do Banco Master • Reprodução

círculo próximo a Daniel Vorcaro investe na tese de que as mensagens levantadas de seu celular expõem o “mau gosto” do banqueiro, mas não justificam sua prisão. A afirmação se refere, por exemplo, às mensagens em que Vorcaro fala em “dar um pau” no jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, e vem acompanhada da ideia de que jamais houve qualquer tipo de agressão a mando do dono do Banco Master.

A defesa de Vorcaro pretende, neste momento, questionar o contexto cronológico das mensagens trocadas pelo banqueiro. A alegação é que ao menos parte dos diálogos teria ocorrido em julho do ano passado. Portanto, alegam fontes próximas ao banqueiro, não imporiam qualquer tipo de risco imediato ou obstrução à investigação que está em andamento.

Mais cedo, advogados de Daniel Vorcaro divulgaram uma nota alegando que não tiveram acesso prévio às provas que fundamentaram a prisão. As primeiras informações solicitadas pela defesa são justamente as datas das mensagens atribuídas a Vorcaro e mencionadas na investigação. A defesa também pede que sejam comprovados os diálogos do grupo denominado como “A Turma” e a participação do banqueiro na conversa.

Ainda segundo a nota dos advogados, foi solicitada a documentação comprovando pagamentos mencionados e o bloqueio de R$ 2,2 bilhões na conta atribuída ao pai do empresário.

FONTE: Por CNN

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